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Principais meios corrosivos e seus efeitos em estruturas metálicas

Os meios corrosivos são aqueles capazes de destruir gradativamente determinado tipo de material, provocando sua deterioração em função de reações químicas, a partir da combinação de dois ou mais fatores. Com relação às estruturas metálicas, a corrosão está relacionada à oxidação de um metal para a formação de um novo composto.

Entre os principais meios corrosivos e seus respectivos eletrólitos estão:

– Atmosfera: pela umidade do ar, sais em suspensão (principalmente na orla marítima), gases industriais (como o enxofre) e poeira, entre outros. A corrosão acontece em função da água, que se condensa na superfície metálica, na presença de sais ou gases de enxofre. Outros fatores como poeira e poluentes diversos, podem acelerar o processo corrosivo;

– Solos: os solos contêm umidade e sais minerais. Alguns solos apresentam também características ácidas ou básicas. O eletrólito constitui-se principalmente da água com sais dissolvidos;

– Águas naturais (dos rios, dos lagos ou do subsolo): estas águas podem conter sais minerais, eventualmente ácidos ou bases, resíduos industriais, poluentes diversos e gases dissolvidos. O eletrólito constitui-se principalmente da água com sais dissolvidos. Os outros constituintes podem acelerar o processo corrosivo;

 – Água do mar: esta água contém grande quantidade de sais, sendo um eletrólito por excelência. Outros constituintes, como gases dissolvidos, podem também acelerar o processo corrosivo;

 – Produtos químicos: os produtos químicos, desde que em contato com água ou com umidade e sendo ionizáveis, formam um eletrólito, podendo provocar corrosão eletroquímica;

De acordo com o ambiente em que a estrutura metálica está inserida, algumas condições podem contribuir para que a corrosão aconteça. Em locais próximos ao mar, por exemplo, onde o vento pode trazer umidade, sais e areia, o processo de corrosão torna-se mais rápido. O mesmo vale para ambientes industriais e zonas urbanas de grande circulação, onde há presença de gases com alto teor de enxofre, e ambientes úmidos, onde a umidade relativa do ar alcança valores acima dos 75%.

Principalmente em ambientes agressivos, quanto melhor o tratamento da superfície metálica, maior é o tempo de conservação e menos manutenções são necessárias. Mesmo nos casos em que a oxidação já venha acontecendo, é possível utilizar convertedores, que interrompem o avanço da corrosão e agregam durabilidade e resistência ao material, além de permitir maior aderência ao acabamento e proteção contra esse processo.

Para atender as necessidades dos diferentes segmentos, na preparação e acabamento das estruturas metálicas, aumentando sua resistência, a Solventex apresenta soluções para os mais diversos ambientes corrosivos. Para ambientes mais agressivos, estão disponíveis os produtos da Linha Industrial Especial, como Tintas Acrílicas, de Alta Temperatura, Epóxi e Poliuretano. Para locais de menor agressividade, a fabricante conta com a Linha Industrial, incluindo diversos primers alquídicos, esmaltes sintéticos, tintas de dupla função e convertedores de ferrugem.

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Como utilizar a classificação da agressividade ambiental na definição do processo de pintura.

Estruturas expostas às agressões ambientais exigem cuidados específicos, incluindo a definição dos sistemas de pintura e dos produtos, de acordo com o nível de exposição às variações climáticas. Maresia e intempéries, por exemplo, podem causar sérios danos às estruturas, comprometendo sua durabilidade e a segurança.

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) apresenta diversos critérios para serem adotados, em função da classificação da agressividade ambiental. Para estruturas metálicas, é recomendado utilizar a norma prevista na ABNT NBR 14643, ou na ISO 12944-2, como base para caracterização da corrosividade dos ambientes. São estabelecidos os seguintes meios corrosivos, para efeito de seleção de Sistemas Básicos de Pintura Anticorrosiva:

  1. Corrosividade C1 – Microclima muito pouco agressivo: clima encontrado em locais abrigados e/ou climatizados, de baixa umidade, ventilados, sem SO2 (dióxido de enxofre) ou cloretos (caracterizado pela cor branca).
  2. Corrosividade C2 – Microclima pouco agressivo: clima encontrado em locais desabrigados de baixa umidade, ventilados, sem SO2 ou cloretos – ambiente tipicamente rural (caracterizado pela cor azul).
  3. Corrosividade C3 – Microclima medianamente agressivo: clima medianamente úmido com tempo de condensação de 3 a 30%, presença de SO2 entre 12 e 40µg/m3 e cloretos entre 30 e 60 mg/(m².d), sem emanação de gases ou ácidos de forma localizada; todos os fatores dentro da média do macroclima (caracterizado pela cor verde).
  4. Corrosividade C4 – Microclima agressivo: clima úmido com tempo de condensação de 30 a 60%, presença de SO2 entre 40 e 90µg/m3 e cloretos entre 60 e 300mg/(m².d), e emanação de gases ou ácidos de forma localizada, não muito intensa, porém superior à média (caracterizado pela cor amarela).
  5. Corrosividade C5 – Microclima muito agressivo: clima muito úmido com tempo de condensação superior a 60%, presença de SO2 entre 90 e 250µg/m3 e cloretos entre 300 e 1.500 mg/(m².d), emanação de gases ou ácidos de forma localizada (caracterizado pela cor vermelha).
  6. Corrosividade C6 – Microclima extremamente agressivo: clima extremamente úmido com tempo de condensação próximo de 100%, presença de SO2 e/ou cloretos – sendo o SO2 acima de 250µg/m3 e os cloretos superiores a 1.500 mg/(m².d), emanação de gases ou ácidos de forma localizada (caracterizado pela cor preta).

Na ISO 12944-2 existe, ainda, o desdobramento da categoria C5 em C5-I, em áreas industriais, e C5-M, para áreas marítimas. Nesta norma, são consideradas também as categorias: Im1, para imersão em água doce; Im2, para imersão em água salgada; e Im3, para contato com o solo.

Fonte: ABNT

Tintas especiais: proteção e durabilidade

Para aumentar a proteção, garantir mais durabilidade e diminuir os custos com manutenção, a Solventex disponibiliza uma Linha Industrial Especial para estruturas expostas às intempéries, com propriedades anticorrosivas e grande resistência às variações do tempo.

Primer Poliuretano: com catalisador alifático, forma uma proteção anticorrosiva por barreira. Aceita como acabamento esmalte poliuretanos, epóxi, alquídicos, sintético extra rápido e laca nitro. Tem grande resistência ao intemperismo (alta agressividade fisico-química).

Esmalte Poliuretano: para acabamento de alto brilho, ideal para superfícies metálicas como máquinas, equipamentos industriais e implementos agrícolas – grande resistência ao intemperismo (média agressividade físico-química).

Esmalte Poliuretano Acrílico: garante o acabamento para a pintura e é indicado para superfícies metálicas ferrosas e não ferrosas, como equipamentos, máquinas e tanques industriais, incluindo ambientes marítimos. Promove boa aderência e ótima retenção de cor e brilho. Oferece grande resistência ao intemperismo (alta agressividade fisico-química).

Primer Acrílico para Galvanizado: é uma tinta de fundo, à base de resina acrílica modificada, para promover aderência e proteção anticorrosiva por barreira. Tem alta resistência ao intemperismo (média agressividade).

Esmalte Acrílico: tinta monocomponente à base de resina acrílica para acabamento, é indicada para pintura de estruturas metálicas ferrosas e não ferrosas, máquinas, implementos agrícolas, madeira e fibra de poliéster. Possui grande resistência ao intemperismo (média agressividade físico-química).

Primer Epóxi Poliamina e Poliamida: tinta bicomponente com pigmentos anticorrosivos e aditivos. O produto com agente de cura poliamina é indicado para superfícies em aço carbono, como equipamentos industriais, interior de tubulações e tanques, para proteção contra soluções ou vapores de produtos químicos. O primer com agente de cura poliamida tem ótima resistência à umidade e é ideal para superfícies de aço carbono ou concreto, abaixo da linha d´água, doce ou salgada. As duas versões têm grande resistência ao intemperismo (alta agressividade fisicoquímica).

Primer Epóxi Alta Espessura: bicomponente com agente de cura poliamida alta espessura, é recomendado como fundo para aplicação em todos os tipos de estruturas metálicas expostas a ambientes de alta agressividade, como marítimo, portuário e poluente, incluindo revestimento externo de tanques, painéis em indústrias petroquímicas e plataformas de petróleo. Promove grande resistência ao intemperismo (alta agressividade fisicoquímica).

Esmalte Epóxi: excelente acabamento e proteção anticorrosiva. Produto atóxico e inibidor da proliferação de bactérias no ambiente. Indicado para acabamento e manutenção em superfícies metálicas, ferrosas, equipamentos industriais, tubulações, tanques, estruturas para o setor petroquímico, ambientes marítimos e navais – grande resistência ao intemperismo (alta agressividade físico-química).

Epóxi para Piso: a linha é composta por produtos de alta e média espessuras e autonivelante, recomendados para pisos de concreto em instalações industriais e comerciais. As especificações incluem aplicações em áreas de manuseio de cargas médias e pesadas, proporcionando alta resistência química e mecânica.

Tinta para Alta Temperatura: tinta à base de resina de silicone de média (300o C) e alta resistência (400o C), ideal para acabamentos em superfícies de aço e derivados, que precisam resistir a altas temperaturas, como tubulações de vapor, estufas e chaminés. Oferece boa resistência à corrosão, mas baixa resistência a intempéries.

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Principais causas da espessura variável da pintura e o que fazer para solucionar?

Durante o processo de pintura, a película de tinta pode apresentar espessura variável, fora dos limites de tolerância, resultando em um acabamento de baixa qualidade o que reflete, diretamente, nos padrões de estética, durabilidade e segurança. Isso pode acontecer por vários motivos, desde a técnica de aplicação incorreta, uso de pistola de tinta em ambientes com vento, tinta com alta ou baixa viscosidade por motivo de diluição incorreta, até a escolha do equipamento de aplicação inadequado.

Por isso, entre as dicas que ajudarão a corrigir o problema estão: controlar a espessura da película ainda úmida, remover o excesso de tinta com trincha macia durante a pintura e aplicar nova demão de tinta nas áreas com baixa espessura.

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ARMAZENAMENTO CORRETO GARANTE A INTEGRIDADE DAS TINTAS INDUSTRIAIS

O armazenamento adequado das tintas de alta performance é essencial para manter a integridade dos produtos, além de garantir a segurança. É preciso lembrar que as tintas contêm solventes voláteis, que podem incendiar em contato com faíscas elétricas ou mecânicas. Confira as dicas a seguir:

1) Estoque o material em locais secos, cobertos, bem ventilados – preferencialmente, com ventilação natural – e identificados. No caso de ventilação forçada ou mecânica, os motores utilizados nos exaustores devem ser blindados e à prova de explosão;

2) Mantenha os produtos longe de fontes de calor, alimentos e agentes oxidantes;

3) Evite expor os produtos a temperaturas elevadas, sol e chuva;

4) O ideal é que o estoque fique em uma sala separada e não deve ter paredes comuns com áreas aquecidas, como salas de fornos ou estufas, a menos que haja isolamento térmico;

5) Disponha o material sobre palets e não diretamente sobre o piso, evitando a oxidação das embalagens metálicas e, assim, vazamento de tinta;

6) O local deve ser de fácil acesso e com as vias desimpedidas;

7) Caso receba os produtos em caixas de papelão, remova as embalagens, antes do armazenamento;

8) Instale placas de sinalização: “PROIBIDO FUMAR”;

9) Instale extintores de pó químico seco nas áreas interna e externa, em pontos visíveis;

10) O local deve ser bem iluminado, se possível, com luz natural;

11) A temperatura do ambiente não deve passar de 40º C.

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TODA TINTA PRECISA SER DILUÍDA? QUAIS OS CUIDADOS?

Nas linhas industriais, as tintas são fornecidas com viscosidade mais alta e devem ser ajustadas ou diluídas de acordo com a necessidade, sempre seguindo a orientação do fabricante. O nível de diluição vai depender do tipo de aplicação, que pode ser pistola, pincel, airless ou pintura por imersão. Por outro lado, existem produtos específicos que já são disponibilizados prontos para uso e devem ser aplicados sem diluição.

Para garantir a qualidade da pintura, confira no boletim técnico as indicações sobre o diluente correto a ser usado. É importante destacar que a substituição somente deve ser feita mediante autorização do fabricante, evitando a ocorrência de problemas na aplicação e no resultado final, como perda de brilho, incompatibilidade, retardo na secagem, escorrimento em superfícies verticais, fervura, casca de laranja e empoamento.

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PINTURA E MANUTENÇÃO PREVENTIVA SÃO A MELHOR SOLUÇÃO PARA EVITAR A FERRUGEM

Todas as superfícies sofrem algum tipo de desgaste com o passar o tempo, seja devido ao uso, intemperismo natural ou outros agentes externos. Nos metais ferrosos, um problema bastante comum é a oxidação. Para proteger o substrato, a tinta é a solução mais adequada e com a melhor relação custo-benefício. Além disso, a manutenção preventiva evita a deterioração do material e, consequentemente, reduz prejuízos financeiros.

A durabilidade da pintura de uma estrutura metálica depende de fatores como a escolha correta da tinta, do tratamento adequado da superfície e da adoção de normas técnicas correspondentes a cada caso. Inspeções visuais periódicas são essenciais para identificar eventuais pontos precoces de ferrugem, que podem ser reparados isoladamente, evitando que a corrosão tome proporções maiores.

A Solventex oferece uma ampla gama de produtos, que previnem a oxidação e retardam o desgaste das estruturas, proporcionando alta durabilidade com excelente acabamento. A linha inclui primers anticorrosivos, tintas dupla função (proteção e acabamento) e esmaltes acrílicos, sintéticos e epóxis para acabamento.

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DICAS DA SOLVENTEX PARA O MERCADO SERRALHEIRO

Retomada da economia será gradativa, mas é preciso manter o foco e estar preparado para as novas demandas

A pandemia do novo coronavírus afetou a economia mundial e, no Brasil, micro e pequenos empresários sofreram um grande impacto, incluindo o setor serralheiro. Mas, em toda crise, existem oportunidades. Durante esse período, apesar de ter apresentado uma retração entre os meses de março e junho, o segmento de construção civil se destacou como atividade essencial e apresenta sinais de retomada. Além da nova demanda de obras em hospitais e outras instituições de saúde, as pessoas passaram a ficar mais tempo dentro de casa, com as medidas de isolamento social, e aproveitaram para fazer reformas e melhorias nos imóveis, abrindo novas possibilidades para o setor. 

Nos próximos meses, a recuperação da economia será gradativa, mas é preciso manter o foco e estar preparado para as novas demandas. A inovação é uma grande aliada nessa fase, tanto no processo produtivo como nos produtos oferecidos, para atender as necessidades de um “novo normal” e um mercado cada dia mais competitivo. Observar o setor, em busca de modelos de negócios que se adaptem à nova realidade, e trocar ideias com a equipe, parceiros e fornecedores podem ajudar a identificar oportunidades. 

Comunicação: “Quem não se comunica, se trumbica”, já dizia o Chacrinha. E hoje mais ainda. A comunicação pode ser um grande divisor de águas e o relacionamento é a palavra de ordem. É imprescindível organizar uma lista com os contatos dos seus clientes e prospects e, assim, poder contar sobre seus serviços, cases e novidades. Para montar uma boa lista, é importante ir além dos contatos básicos, como e-mail e telefone, e incluir a data de nascimento, para lembrar do aniversário de cada um e enviar uma mensagem bem simpática. Ao fazer um orçamento ou uma venda, sempre anote o nome, telefone (fixo e celular) e e-mail do cliente. Acima de tudo, é essencial manter essa lista sempre atualizada. 

Você pode, ocasionalmente, enviar e-mails marketing ou mensagens por WhatsApp, desde que não sejam em um número excessivo e inconveniente. É preciso usar estes recursos com prudência e informações relevantes. 

Redes sociais: Hoje, todo mundo recorre às redes sociais para procurar produtos e serviços. Não é tão caro fazer um site e isso mostra organização e profissionalismo da empresa, além de ser um cartão de visita disponível para novos clientes conhecerem seu trabalho. Peça a ajuda de amigos com mais experiência neste segmento, para aconselhamento e indicação de agências de comunicação que possam desenvolver um bom projeto para sua empresa. Caso não seja possível criar um site, é preciso ter pelo menos uma página no Facebook, mostrando seus trabalhos, diferenciais e recomendações positivas. Mas, atenção: é importante mostrar seus produtos e serviços como uma vitrine. 

Marketing Digital: Para empresas com mais recursos, vale a pena apostar em um serviço profissional de marketing digital e SEO, um conjunto de estratégias para potencializar e melhorar o posicionamento do seu site nas páginas de resultados de busca do Google, gerando leads e contatos espontâneos de clientes que estão procurando pelos seus serviços. 

Marketing de Influência: Aliar sua marca a influenciadores digitais pode ser uma grande oportunidade. Esses profissionais têm uma comunidade engajada e são bons divulgadores porque estão mais próximos da vida real da maioria das pessoas, mas é preciso escolher certo. O influenciador deve ter um público que converse com o seu segmento. Não se prenda apenas ao número de seguidores. Hoje, existem agências especializadas neste serviço, que podem dar um melhor direcionamento para não usar seus recursos de maneira pouco profissional. 

Finanças: Em momentos de incerteza econômica, é essencial que a empresa mantenha todos os processos gerenciais do negócio em ordem. O coração desses processos é a gestão financeira, que é tão importante quanto controlar as obrigações já existentes e evitar a aquisição de novas dívidas. 

Inicie sua gestão financeira pelo lançamento exato de todas as suas despesas, receitas, estoques e caixa no seu sistema de gestão. Se a sua empresa não dispõe de um sistema, não tem problema: anote todas as suas vendas, separe suas contas em pastas, use planilhas, o importante é registrar tudo. 

Com estas informações, é possível visualizar sua real situação financeira. Uma boa gestão permite ao administrador conhecer a atual condição da sua empresa e, a partir dos indicadores econômicos, obter dados consistentes para projeção de cenários, com o objetivo de manter os ganhos e honrar os compromissos assumidos com terceiros. 

Parcerias: É importante fazer parcerias com arquitetos, engenheiros, empreiteiras e outros profissionais do setor, para ampliar suas vendas. Faça uma pesquisa de potenciais contatos, se apresente e mostre seu trabalho. Além de se tornarem clientes, podem ser boas referências para indicação de novos trabalhos. 

Atualizações: A informação é uma ferramenta poderosa e, hoje, tudo está na internet. Faça novos cursos dentro do seu setor e se atualize sobre tendências do mercado no Brasil e no mundo. Se você não fala inglês, dá para usar aplicativos como o tradutor do Google e pesquisar empresas semelhantes à sua nos Estados Unidos e em países da Europa, que sempre apresentam novidades. Cursos de empreendedorismo também valem a pena, pois apresentam informações e soluções diferenciadas. Outra forma de se manter atualizado é seguir seus concorrentes nas redes sociais e acompanhar, de verdade, o que acontece no setor. 

Confiança e Resiliência: Estamos passando por uma fase atípica e ela atingiu a todos, igualmente. Alguns setores estão sofrendo mais, como o de turismo e moda. Mas o que já sabemos é que as grandes oportunidades podem surgir exatamente nos momentos mais difíceis, quando temos que sair do lugar comum e buscar novas alternativas. Especialistas em empreendedorismo afirmam que nestes momentos nascem grandes negócios e ideias. Por isso, é importante manter a calma, analisar com prudência e realidade todas as alternativas e se manter firme nos propósitos, preservando sua saúde e o entusiasmo que gera boas energias para continuar e vencer. 

Nós, da Solventex, acreditamos em um futuro promissor para todos, pautado na perseverança, força e fé.  Contem conosco. 

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Dica do Tex

Pintura em dias frios pedem atenção e cuidado.
Confira as nossas dicas!

A chegada do inverno requer mais atenção ao iniciar a pintura, já que a variação de temperatura e umidade do ar podem interferir no resultado final. Para não ter surpresas é fundamental evitar os dias de chuva, que podem alterar o bom desempenho da tinta, além da secagem demorar mais tempo do que em dias secos.

As indicações de cada produto que constam no rótulo sempre são elaboradas em condições ideias de temperatura e umidade.

Utilizando o método de pintura adequado e escolhendo o dia correto para pintura, o acabamento e a durabilidade estão garantidos. A chuva pode extrair substâncias solúveis da tinta, o que pode comprometer o resultado final do trabalho.

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Dica: IMPORTÂNCIA DA INSPEÇÃO NA PINTURA

IMPORTÂNCIA DA INSPEÇÃO NA PINTURA PARA PREVENIR A OXIDAÇÃO

Realizar a inspeção de pintura ajuda na segurança, economia e conservação do ambiente de trabalho. Quando uma estrutura está enferrujada, sua espessura diminui e perde a resistência.

O monitoramento geralmente é feito por inspetores de pintura certificados pelo Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção, conforme norma ABNT NBR 15218. Os principais pontos analisados são: preparação da superfície a ser pintada, controle da temperatura, ponto de orvalho, aplicação da tinta de fundo (primer), da tinta intermediária (seladora) e de acabamento. Por último, a inspeção do resultado da pintura.

Além de verificar cada uma das etapas, utilizar os produtos certos para cada superfície é fundamental para aumentar a durabilidade e segurança. A Solventex Tintas oferece produtos para todas as etapas da pintura, que ajudam na prevenção da oxidação, como o Zarcotex, o Galvanitex, o Primertex e a Linha Dupla Função, além do Primer Premium, que age como fundo anticorrosivo. Todos eles têm boa resistência ao intemperismo e possuem durabilidade excepcional para garantir a longevidade da estrutura.

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Dica do Tex

Saiba mais sobre o processo de pintura por imersão

A pintura por imersão é um dos processos mais simples de pinturas industriais, pois consiste em submergir uma peça num recipiente com tinta e, ao retirá-la, o excesso escorrerá no próprio tanque e o material estará totalmente coberto. Este método é indicado para peças irregulares, de difícil pintura por meio de outros procedimentos.

Com seus prós e contras, essa técnica ganha destaque por ser de fácil aplicação. Conheça as vantagens e desvantagens deste tipo de pintura, e saiba identificar se este é o modelo ideal a ser utilizado para a sua necessidade.

Vantagens

Economia: mesmo com a perda de solvente por evaporação, como o excesso da tinta acaba escorrendo de volta para o tanque, as perdas são minimizadas.

Velocidade: pintura mais rápida que outros métodos, por cobrir toda a peça de uma só vez.

Resultado: a peça fica completamente recoberta, não havendo pontos falhos sem aplicação de tinta.

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Desvantagens:

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Espessura irregular: quando a peça é retirada do banho, o excesso da superfície escorre e, consequentemente, algumas partes poderá ter menor espessura que outras.

Tendência de apresentar escorrimento: principalmente nos pontos onde existem furos, depressões ou ressaltos de peça, prejudicando o aspecto estético.

Baixa espessura de película: salvo em casos especiais.