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Ambientes marítimos exigem pinturas especiais em estruturas metálicas

Ambientes marítimos são áreas de grande salinidade e considerados de alta agressividade, no que diz respeito à corrosão em estruturas metálicas. De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), esses locais recebem a classificação C5 de corrosividade (microclima muito agressivo). A degradação dos metais ocorre devido à presença dos íons na água do mar e nos evaporitos, que são micropartículas presentes no ar que apresentam sais. Esses íons fazem uma ponte salina, o que possibilita o fenômeno de oxirredução entre o oxigênio do ar e os metais.

Para proteger as superfícies metálicas de plataformas de petróleo, que sofrem diretamente agressões do mar, contêineres, estruturas e equipamentos portuários, a pintura é o principal método utilizado. Porém, é preciso ter atenção às especificações das tintas e escolher o material correto, para garantir a resistência ao intemperismo e à maresia e, consequentemente, a durabilidade do substrato.

A primeira etapa da pintura é a preparação da superfície, que deverá ser realizada com jateamento abrasivo ao metal quase branco, padrão visual Sa 2 ½ ou Sa 3. Com o substrato preparado, aplica-se o primer que, além de oferecer proteção anticorrosiva,  auxiliará na aderência da tinta de acabamento. Para essa aplicação, a Solventex indica o Primer Epóxi Poliamida, Primer Epóxi Alta Aderência ou Primer Epóxi Alta Espessura. Os produtos são bicomponentes à base de resina epóxi, elaborados com pigmentos anticorrosivos e proporcionam alta resistência à umidade.

Para acabamento, um dos produtos recomendados pela marca é o Esmalte Poliuretano Acrílico, que promove boa aderência, grande resistência ao intemperismo e ótima retenção de cor e brilho. Indicado para superfícies metálicas, ferrosas e tanques industriais, entre outras, está disponível em mais de 30 cores, incluindo os padrões RAL e MUNSELL.

Em sua Linha Industrial Especial, a Solventex oferece diversas soluções para estruturas expostas à maresia. Fazem parte desta linha produtos à base de resina acrílica; à base de poliuretano, monocomponentes e bicomponentes; e à base de resina epóxi, matéria-prima que proporciona mais resistência à umidade, abrasão e à ação de produtos químicos, além de maior durabilidade e aderência aos vários tipos de superfícies.

SECAGEM

Tempos de secagem e determinações na pintura industrial

Durante o processo de pintura industrial, é fundamental observar o tempo de secagem específico para cada solução utilizada. Ele está relacionado, principalmente, com a espessura da camada aplicada e passa por algumas determinações e etapas, como a secagem ao toque, ao manuseio e, para repintura, quando a superfície poderá receber a próxima demão de tinta.

Seguir as orientações do fabricante e respeitar esse tempo são essenciais para obter o resultado desejado com a pintura, desde um bom acabamento até a preservação do substrato e aumento de sua vida útil.

“A primeira etapa entre as determinações na pintura industrial é a secagem livre da pegajosidade ou secagem ao toque. É o tempo necessário para que a tinta esteja suficientemente seca para não aderir à pele, quando tocada com a ponta do dedo, que deve estar limpo e desengordurado para fazer essa avaliação. Quando estiver seco ao toque, a peça ou o equipamento já pode ser manuseado”, explica José Alves Cintrão Neto, consultor técnico da Solventex.

A próxima etapa é a secagem ao manuseio, tempo necessário para que a estrutura possa ter transportada sem causar danos à pintura. Assim que estiver seco ao toque, é preciso aguardar o tempo recomendado pelo fabricante para evitar problemas e prejuízos.

“Se a estrutura for receber mais de uma camada de tinta, é preciso estar atento à secagem para repintura. É o período necessário entre uma demão e outra, sempre definido como um tempo mínimo, para permitir a aplicação da demão seguinte sem prejudicar a anterior. Existe também um tempo máximo, para evitar que a demão anterior esteja muito seca e dificulte a ancoragem da próxima camada”, complementa Cintrão Neto.

A tinta estará completamente curada, após o tempo de secagem total recomendado pelo fabricante.

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Principais causas da espessura variável da pintura e o que fazer para solucionar?

Durante o processo de pintura, a película de tinta pode apresentar espessura variável, fora dos limites de tolerância, resultando em um acabamento de baixa qualidade o que reflete, diretamente, nos padrões de estética, durabilidade e segurança. Isso pode acontecer por vários motivos, desde a técnica de aplicação incorreta, uso de pistola de tinta em ambientes com vento, tinta com alta ou baixa viscosidade por motivo de diluição incorreta, até a escolha do equipamento de aplicação inadequado.

Por isso, entre as dicas que ajudarão a corrigir o problema estão: controlar a espessura da película ainda úmida, remover o excesso de tinta com trincha macia durante a pintura e aplicar nova demão de tinta nas áreas com baixa espessura.

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Dica do Tex

Pintura em dias frios pedem atenção e cuidado.
Confira as nossas dicas!

A chegada do inverno requer mais atenção ao iniciar a pintura, já que a variação de temperatura e umidade do ar podem interferir no resultado final. Para não ter surpresas é fundamental evitar os dias de chuva, que podem alterar o bom desempenho da tinta, além da secagem demorar mais tempo do que em dias secos.

As indicações de cada produto que constam no rótulo sempre são elaboradas em condições ideias de temperatura e umidade.

Utilizando o método de pintura adequado e escolhendo o dia correto para pintura, o acabamento e a durabilidade estão garantidos. A chuva pode extrair substâncias solúveis da tinta, o que pode comprometer o resultado final do trabalho.

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Passo a passo para o uso de contêineres na arquitetura.

Há mais de meio século no segmento de tintas industriais e com mais de 30 itens em seu catálogo, a Solventex conta com produtos para a recuperação, pintura e proteção dos contêineres marítimos para esta finalidade.
Para auxiliar quem pretende adotar esse modelo arquitetônico no seu projeto, o consultor técnico da Solventex dá as dicas

1- Limpeza pesada: o primeiro passo é limpar toda a área interna e externa do contêiner, já que não é possível saber que tipo de material foi transportado quando ele estava em uso. O ideal é usar produtos desinfetantes para uma higienização eficiente

2- Lixamento mecânico: prepare a superfície metálica com ajuda de lixadeiras e escova de aço, para retirar a tinta e outras camadas de produtos do contêiner. É importante eliminar os pontos de ferrugem e corrosão.

3-Lixamento manual: onde a ferramenta mecânica não alcança é preciso lixar, manualmente, cantos e outros espaços da estrutura metálica precisam ser lixados para a correta fixação dos materiais de preparação e pintura.

3-Escolha as tintas: é preciso levar em conta o ambiente em que a construção será instalada e suas intempéries, usar um bom primer e uma tinta de acabamento apropriada ajuda a aumentar sua durabilidade. Para quem prefere um acabamento com brilho, Cintrão recomenda o uso da linha de esmaltes acrílico e poliuretano da Solventex, mas orienta que quando optamos por um acabamento brilhante em um material que esta sendo reaproveitado, é natural que algumas falhas e imperfeições do container apareçam mais. Caso queira “maquiar” estas imperfeições, opte por um produto com acabamento acetinado.

4-Comece a pintura: aplique dua demãos do primer Zarcotex, Primertex ou Linha Premium da Solventex, com ação anticorrosiva o primer ajuda a proteger o material, sendo essencial na preparação de superfície, além de ser um promotor de aderência formando uma base para a tinta de acabamento, que facilita o trabalho de pintura. Para o material galvanizado, o especialista recomenda o uso do Primer Galvanitex.

Depois da aplicação do primer é preciso esperar o intervalo entre demãos, conforme orientação técnica, inicie a aplicação da tinta de acabamento e fique atento à preparação correta da superfície e ao processo de homogeneização da tinta, para garantir um bom resultado no trabalho.

Para uma finalização mais rápida, o especialista indica o uso do Primer Acabamento Solventex, este primer garante beleza e proteção, proporcionando um fino acabamento acetinado. Devido a sua formulação, dispensa o uso de primers ou fundos anticorrosivos às superfícies de metal, tornando o trabalho de pintura mais rápido, prático e econômico.

6 – Finalize as demais estruturas: se a construção contar com outras estruturas metálicas, faça a limpeza com solventes e repita o passo para aplicação do Primer Acabamento Solventex.

Para projetos mais elaborados, a Solventex conta com uma equipe de especialistas que oferece uma consultoria para a escolha de cada produto e finalização. “É importante saber onde esse contêiner vai ficar para escolher o acabamento correto. Área urbana, rural ou orla marítima, existe o tratamento correto para cada caso”, finaliza o consultor técnico.

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Dica: IMPORTÂNCIA DA INSPEÇÃO NA PINTURA

IMPORTÂNCIA DA INSPEÇÃO NA PINTURA PARA PREVENIR A OXIDAÇÃO

Realizar a inspeção de pintura ajuda na segurança, economia e conservação do ambiente de trabalho. Quando uma estrutura está enferrujada, sua espessura diminui e perde a resistência.

O monitoramento geralmente é feito por inspetores de pintura certificados pelo Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção, conforme norma ABNT NBR 15218. Os principais pontos analisados são: preparação da superfície a ser pintada, controle da temperatura, ponto de orvalho, aplicação da tinta de fundo (primer), da tinta intermediária (seladora) e de acabamento. Por último, a inspeção do resultado da pintura.

Além de verificar cada uma das etapas, utilizar os produtos certos para cada superfície é fundamental para aumentar a durabilidade e segurança. A Solventex Tintas oferece produtos para todas as etapas da pintura, que ajudam na prevenção da oxidação, como o Zarcotex, o Galvanitex, o Primertex e a Linha Dupla Função, além do Primer Premium, que age como fundo anticorrosivo. Todos eles têm boa resistência ao intemperismo e possuem durabilidade excepcional para garantir a longevidade da estrutura.

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Dica do Tex

Saiba mais sobre o processo de pintura por imersão

A pintura por imersão é um dos processos mais simples de pinturas industriais, pois consiste em submergir uma peça num recipiente com tinta e, ao retirá-la, o excesso escorrerá no próprio tanque e o material estará totalmente coberto. Este método é indicado para peças irregulares, de difícil pintura por meio de outros procedimentos.

Com seus prós e contras, essa técnica ganha destaque por ser de fácil aplicação. Conheça as vantagens e desvantagens deste tipo de pintura, e saiba identificar se este é o modelo ideal a ser utilizado para a sua necessidade.

Vantagens

Economia: mesmo com a perda de solvente por evaporação, como o excesso da tinta acaba escorrendo de volta para o tanque, as perdas são minimizadas.

Velocidade: pintura mais rápida que outros métodos, por cobrir toda a peça de uma só vez.

Resultado: a peça fica completamente recoberta, não havendo pontos falhos sem aplicação de tinta.

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Desvantagens:

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Espessura irregular: quando a peça é retirada do banho, o excesso da superfície escorre e, consequentemente, algumas partes poderá ter menor espessura que outras.

Tendência de apresentar escorrimento: principalmente nos pontos onde existem furos, depressões ou ressaltos de peça, prejudicando o aspecto estético.

Baixa espessura de película: salvo em casos especiais.

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Dica do Tex

VOCÊ CONHECE AS CONDIÇÕES ESSENCIAIS PARA OBTER UMA PINTURA PERFEITA?

Quando falamos em estruturas metálicas, é preciso tomar alguns cuidados para que o resultado final seja de qualidade. Além de uma boa preparação da superfície e a aplicação das demãos necessárias, algumas condições mínimas são exigidas no processo e devem ser rigorosamente seguidas. São elas:

Ar seco e isento de óleo;
✔ Tinta corretamente homogeneizada;
✔ Superfície limpa e isenta de óleo e contaminantes;
✔ Intervalo entre demãos obedecido e compatibilidade das mesmas;
✔ Pistola corretamente regulada e com acessórios adequados.

Essas condições estão nominadas no manual de Normas Técnicas da ABNT – Sistemas de pintura em superfícies metálicas – Defeitos e Correções, que estabelece os parâmetros para o reconhecimento de defeitos de sistemas de pintura aplicados nessas superfícies, suas prováveis causas e possíveis correções.

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Dica – TIPOS DE TINTAS E AS DIFERENTES APLICAÇÕES

INDUSTRIAIS E MANUTENÇÃO

Existe uma grande variedade de tintas, produzidas para diferentes aplicações. Neste post, vamos falar um pouco sobre duas variáveis dos produtos industriais.

Para as aplicações Industriais, as tintas são formuladas para atender finalidades normalmente baseadas em especificações técnicas, que precisam atingir determinados níveis de proteção anticorrosiva, resistência ou de acabamento.

Esses produtos apresentam características complementares, como:

✔Estética: torna a apresentação agradável;
✔Auxílio na segurança industrial;
✔Impermeabilização;
✔Diminuição da rugosidade;
✔Facilitar a identificação de fluídos em tubulações ou reservatórios;
✔Impedir a aderência de vida marinha no casco das embarcações e boias;
✔Permitir maior ou menos absorção de calor;

No caso das aplicações para Manutenção e conservação industrial, as tintas são formuladas para permitirem que as estruturas e equipamentos permaneçam por grandes períodos sem corrosão, e periodicamente ocorra uma manutenção, que pode ser desde um simples retoque até substituição de toda tinta velha por outra nova.

Os produtos mais indicados são os primers anticorrosivos e esmaltes – alquídicos, PU’s, epóxis, etc. -, que seguem padrões mundiais de cores e apresentam excelente nível de rendimento, cobertura, secagem e durabilidade. Esses produtos geralmente têm finalidade de proteção e acabamento e são ideias para o uso em metais, madeiras e alvenarias.

Seja qual for o tipo de aplicação, fique atento à preparação correta da superfície e ao processo de homogeneização da tinta, para garantir um bom resultado no trabalho.