ferrugem

Saiba a diferença entre oxidação, corrosão e ferrugem.

ferrugem oxidação corrosão

Um dos problemas mais comuns sofridos pelas estruturas metálicas é a deterioração do material, especialmente quando não possui pintura para proteção e está exposto a intempéries, ambientes marítimos ou de grande umidade. Nesse processo, existem três níveis de desgaste que são definidos como oxidação, corrosão e ferrugem.

O primeiro deles, a oxidação, pode atingir todos os tipos de metais. Esse é o início do processo de degradação do material e deve receber o devido tratamento, assim que identificado, para não evoluir para uma corrosão. A oxidação de uma superfície metálica se dá, geralmente, quando o substrato está desprotegido – sem pintura ou apresentando riscos ou amassados por impacto –, e tem contato direto com o ar, vapor d’água ou água.

A corrosão é a segunda fase do processo de degradação do metal, a partir da oxidação. Nessa etapa, ocorre um maior desprendimento do metal, que fica cada vez mais exposto aos danos causados pelo contato com a atmosfera. O material começa a mudar de cor e aparecem pontos, manchas e resíduos sobre a superfície. No caso de estruturas pintadas, mas que estejam com a camada protetora danificada por impacto ou risco, a corrosão tende a se espalhar embaixo da tinta e o revestimento começa a estufar, trincar e rachar. Se for um metal ferroso, como aço e ferro fundido, o substrato passa a apresentar ferrugem.

Com a oxidação e a corrosão, os metais ferrosos começam a gerar o hidróxido de ferro, uma camada avermelhada conhecida como ferrugem. Nesses casos, o metal perde sua resistência e, dependendo da amplitude da ferrugem, torna-se inviável a recuperação da estrutura. Mas, é possível resolver o problema quando a ferrugem se concentra nas partes superficiais das peças.

Para proteção das superfícies metálicas, incluindo estruturas para construção civil, tanques de armazenamento e equipamentos, a principal indicação é a pintura. No segmento de tintas industriais, que proporcionam alta resistência e aumento da vida útil dos substratos, a Solventex oferece uma linha completa de produtos. Entre as principais soluções estão:

Primer Epóxi Monocomponente – Elaborado com resina epóxi modificada monocomponente, este primer tem processo de cura ao ar e não utiliza catalisador. É recomendado para pintura de tubulações, estruturas metálicas, equipamentos e instalações industriais, entre outras superfícies. O produto possui grande resistência, maior rendimento, é de fácil aplicação e durabilidade excepcional.

Esmalte Convertedor de Ferrugem – É uma tinta tripla função, que interrompe o processo corrosivo, forma um fundo de proteção e ainda promove acabamento. Esse esmalte transforma a ferrugem em um fundo resistente à corrosão, sem a necessidade de eliminar a oxidação fixada, apenas remover as partículas soltas com escova de aço ou lixa. Essa tinta conta com ótimo rendimento e secagem rápida.

Zincotex Super – Tinta à base de resina epóxi monocomponente, zinco puro, solventes aromáticos e aditivos especiais, que oferece proteção catódica, excelente resistência química e anticorrosiva, com a eficiência de uma galvanização a frio. Aceita receber como acabamento esmaltes acrílico, poliuretano e epóxi. É indicado para superfícies metálicas como tubos, estruturas de ferro e aço, cordões de solda, silos e câmaras frigoríficas, por ser resistente à variação de temperatura.

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Limpeza de estruturas metálicas: processo adequado garante a qualidade da pintura

A preparação correta de superfícies metálicas é fundamental para o sucesso da pintura. O substrato deve estar seco, sem poeira, ferrugem, cera, gordura, graxa, sabão ou mofo. Para uma limpeza adequada, inicialmente, deve ser avaliado o estado geral da estrutura, incluindo a presença de resíduos e pontos de corrosão para, em seguida, determinar o melhor método a ser aplicado.

Limpeza química – A maioria das graxas e óleos é insolúvel em água, mas existem as graxas saponificáveis, que precisam ser removidas com produtos alcalinos (soda cáustica). Em geral, a limpeza é feita por imersão ou banhos de spray a quente (40 a 60o C) e, em seguida, é feita a lavagem com água limpa. Alguns tipos de óleos minerais não são saponificáveis e sua remoção é feita com solventes orgânicos apropriados ou soluções detergentes, que também são eficientes para retirar sais e óxidos solúveis. É muito importante lavar bem as peças após a aplicação desses produtos, para remover possíveis resíduos que podem interferir na aderência da tinta.

Limpeza com ferramentas mecânicas manuais – Consiste na remoção da camada de óxidos e outros materiais não muito aderentes, por meio de ferramentas manuais e mecânicas,  raspador, picador, escova com cerdas de aço, escovas rotativas, marteletes de agulha (agulheiros) e lixadeiras. Esse tipo de limpeza merece atenção, no que diz respeito à ferramenta utilizada, pois a superfície pode ficar muito lisa (polida) e dificultar a aderência da tinta. Esse tipo de limpeza corresponde aos padrões visuais St2 e St3 da Norma Sueca SIS 05 59 00 e ISO 8.501-1.

Limpeza com jateamento abrasivo – Trata-se da remoção da camada de óxidos e outras substâncias acumuladas na superfície, por meio da aplicação de um jato abrasivo de granalha de aço – material mais comum. Este tipo de limpeza é um dos mais recomendados para aplicação de pintura, por ser de grande rendimento de execução, proporcionar uma limpeza adequada e deixar na superfície uma boa rugosidade para ancoragem da tinta. Nesse processo, é preciso ter alguns cuidados para evitar o excesso de rugosidade e garantir o bom desempenho do esquema de pintura. A limpeza por jateamento abrasivo é classificada em quatro graus, correspondentes aos padrões da Norma Sueca SIS 05 59 00 e ISO 8501-1, que devem ser considerados de acordo com o estado de oxidação da estrutura:

  • Jateamento ligeiro ou brush off (Sa1) – É um processo de limpeza ligeira, em geral pouco empregado para pintura, exceto em alguns casos de repintura. A retirada do produto de corrosão fica em torno de 5%.
  • Jateamento comercial (Sa2): Limpeza da superfície com a retirada de óxidos e carepa de laminação em cerca de 50%.
  • Jateamento ao metal quase branco (Sa2 ½): Limpeza da superfície com a retirada quase total dos óxidos e carepa de laminação, com cerca de 5% da área limpa com manchas ou raias de óxidos encrustados.
  • Jateamento ao metal branco (Sa3): Essa limpeza consiste na retirada total de óxidos e carepa de laminação, deixando a superfície do metal completamente limpa
  • Hidrojateamento – Esse sistema é de grande eficácia na limpeza de estruturas metálicas, retirada de materiais soltos, produtos de corrosão, remoção de tintas e ferrugem. Por não promover rugosidade, é indicado para superfícies pintadas anteriormente e que já possuam esse perfil.

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Ambientes marítimos exigem pinturas especiais em estruturas metálicas

Ambientes marítimos são áreas de grande salinidade e considerados de alta agressividade, no que diz respeito à corrosão em estruturas metálicas. De acordo com a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), esses locais recebem a classificação C5 de corrosividade (microclima muito agressivo). A degradação dos metais ocorre devido à presença dos íons na água do mar e nos evaporitos, que são micropartículas presentes no ar que apresentam sais. Esses íons fazem uma ponte salina, o que possibilita o fenômeno de oxirredução entre o oxigênio do ar e os metais.

Para proteger as superfícies metálicas de plataformas de petróleo, que sofrem diretamente agressões do mar, contêineres, estruturas e equipamentos portuários, a pintura é o principal método utilizado. Porém, é preciso ter atenção às especificações das tintas e escolher o material correto, para garantir a resistência ao intemperismo e à maresia e, consequentemente, a durabilidade do substrato.

A primeira etapa da pintura é a preparação da superfície, que deverá ser realizada com jateamento abrasivo ao metal quase branco, padrão visual Sa 2 ½ ou Sa 3. Com o substrato preparado, aplica-se o primer que, além de oferecer proteção anticorrosiva,  auxiliará na aderência da tinta de acabamento. Para essa aplicação, a Solventex indica o Primer Epóxi Poliamida, Primer Epóxi Alta Aderência ou Primer Epóxi Alta Espessura. Os produtos são bicomponentes à base de resina epóxi, elaborados com pigmentos anticorrosivos e proporcionam alta resistência à umidade.

Para acabamento, um dos produtos recomendados pela marca é o Esmalte Poliuretano Acrílico, que promove boa aderência, grande resistência ao intemperismo e ótima retenção de cor e brilho. Indicado para superfícies metálicas, ferrosas e tanques industriais, entre outras, está disponível em mais de 30 cores, incluindo os padrões RAL e MUNSELL.

Em sua Linha Industrial Especial, a Solventex oferece diversas soluções para estruturas expostas à maresia. Fazem parte desta linha produtos à base de resina acrílica; à base de poliuretano, monocomponentes e bicomponentes; e à base de resina epóxi, matéria-prima que proporciona mais resistência à umidade, abrasão e à ação de produtos químicos, além de maior durabilidade e aderência aos vários tipos de superfícies.

SECAGEM

Tempos de secagem e determinações na pintura industrial

Durante o processo de pintura industrial, é fundamental observar o tempo de secagem específico para cada solução utilizada. Ele está relacionado, principalmente, com a espessura da camada aplicada e passa por algumas determinações e etapas, como a secagem ao toque, ao manuseio e, para repintura, quando a superfície poderá receber a próxima demão de tinta.

Seguir as orientações do fabricante e respeitar esse tempo são essenciais para obter o resultado desejado com a pintura, desde um bom acabamento até a preservação do substrato e aumento de sua vida útil.

“A primeira etapa entre as determinações na pintura industrial é a secagem livre da pegajosidade ou secagem ao toque. É o tempo necessário para que a tinta esteja suficientemente seca para não aderir à pele, quando tocada com a ponta do dedo, que deve estar limpo e desengordurado para fazer essa avaliação. Quando estiver seco ao toque, a peça ou o equipamento já pode ser manuseado”, explica José Alves Cintrão Neto, consultor técnico da Solventex.

A próxima etapa é a secagem ao manuseio, tempo necessário para que a estrutura possa ter transportada sem causar danos à pintura. Assim que estiver seco ao toque, é preciso aguardar o tempo recomendado pelo fabricante para evitar problemas e prejuízos.

“Se a estrutura for receber mais de uma camada de tinta, é preciso estar atento à secagem para repintura. É o período necessário entre uma demão e outra, sempre definido como um tempo mínimo, para permitir a aplicação da demão seguinte sem prejudicar a anterior. Existe também um tempo máximo, para evitar que a demão anterior esteja muito seca e dificulte a ancoragem da próxima camada”, complementa Cintrão Neto.

A tinta estará completamente curada, após o tempo de secagem total recomendado pelo fabricante.

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Principais causas da espessura variável da pintura e o que fazer para solucionar?

Durante o processo de pintura, a película de tinta pode apresentar espessura variável, fora dos limites de tolerância, resultando em um acabamento de baixa qualidade o que reflete, diretamente, nos padrões de estética, durabilidade e segurança. Isso pode acontecer por vários motivos, desde a técnica de aplicação incorreta, uso de pistola de tinta em ambientes com vento, tinta com alta ou baixa viscosidade por motivo de diluição incorreta, até a escolha do equipamento de aplicação inadequado.

Por isso, entre as dicas que ajudarão a corrigir o problema estão: controlar a espessura da película ainda úmida, remover o excesso de tinta com trincha macia durante a pintura e aplicar nova demão de tinta nas áreas com baixa espessura.

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Dica do Tex

Pintura em dias frios pedem atenção e cuidado.
Confira as nossas dicas!

A chegada do inverno requer mais atenção ao iniciar a pintura, já que a variação de temperatura e umidade do ar podem interferir no resultado final. Para não ter surpresas é fundamental evitar os dias de chuva, que podem alterar o bom desempenho da tinta, além da secagem demorar mais tempo do que em dias secos.

As indicações de cada produto que constam no rótulo sempre são elaboradas em condições ideias de temperatura e umidade.

Utilizando o método de pintura adequado e escolhendo o dia correto para pintura, o acabamento e a durabilidade estão garantidos. A chuva pode extrair substâncias solúveis da tinta, o que pode comprometer o resultado final do trabalho.

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Passo a passo para o uso de contêineres na arquitetura.

Há mais de meio século no segmento de tintas industriais e com mais de 30 itens em seu catálogo, a Solventex conta com produtos para a recuperação, pintura e proteção dos contêineres marítimos para esta finalidade.
Para auxiliar quem pretende adotar esse modelo arquitetônico no seu projeto, o consultor técnico da Solventex dá as dicas

1- Limpeza pesada: o primeiro passo é limpar toda a área interna e externa do contêiner, já que não é possível saber que tipo de material foi transportado quando ele estava em uso. O ideal é usar produtos desinfetantes para uma higienização eficiente

2- Lixamento mecânico: prepare a superfície metálica com ajuda de lixadeiras e escova de aço, para retirar a tinta e outras camadas de produtos do contêiner. É importante eliminar os pontos de ferrugem e corrosão.

3-Lixamento manual: onde a ferramenta mecânica não alcança é preciso lixar, manualmente, cantos e outros espaços da estrutura metálica precisam ser lixados para a correta fixação dos materiais de preparação e pintura.

3-Escolha as tintas: é preciso levar em conta o ambiente em que a construção será instalada e suas intempéries, usar um bom primer e uma tinta de acabamento apropriada ajuda a aumentar sua durabilidade. Para quem prefere um acabamento com brilho, Cintrão recomenda o uso da linha de esmaltes acrílico e poliuretano da Solventex, mas orienta que quando optamos por um acabamento brilhante em um material que esta sendo reaproveitado, é natural que algumas falhas e imperfeições do container apareçam mais. Caso queira “maquiar” estas imperfeições, opte por um produto com acabamento acetinado.

4-Comece a pintura: aplique dua demãos do primer Zarcotex, Primertex ou Linha Premium da Solventex, com ação anticorrosiva o primer ajuda a proteger o material, sendo essencial na preparação de superfície, além de ser um promotor de aderência formando uma base para a tinta de acabamento, que facilita o trabalho de pintura. Para o material galvanizado, o especialista recomenda o uso do Primer Galvanitex.

Depois da aplicação do primer é preciso esperar o intervalo entre demãos, conforme orientação técnica, inicie a aplicação da tinta de acabamento e fique atento à preparação correta da superfície e ao processo de homogeneização da tinta, para garantir um bom resultado no trabalho.

Para uma finalização mais rápida, o especialista indica o uso do Primer Acabamento Solventex, este primer garante beleza e proteção, proporcionando um fino acabamento acetinado. Devido a sua formulação, dispensa o uso de primers ou fundos anticorrosivos às superfícies de metal, tornando o trabalho de pintura mais rápido, prático e econômico.

6 – Finalize as demais estruturas: se a construção contar com outras estruturas metálicas, faça a limpeza com solventes e repita o passo para aplicação do Primer Acabamento Solventex.

Para projetos mais elaborados, a Solventex conta com uma equipe de especialistas que oferece uma consultoria para a escolha de cada produto e finalização. “É importante saber onde esse contêiner vai ficar para escolher o acabamento correto. Área urbana, rural ou orla marítima, existe o tratamento correto para cada caso”, finaliza o consultor técnico.

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Dica: IMPORTÂNCIA DA INSPEÇÃO NA PINTURA

IMPORTÂNCIA DA INSPEÇÃO NA PINTURA PARA PREVENIR A OXIDAÇÃO

Realizar a inspeção de pintura ajuda na segurança, economia e conservação do ambiente de trabalho. Quando uma estrutura está enferrujada, sua espessura diminui e perde a resistência.

O monitoramento geralmente é feito por inspetores de pintura certificados pelo Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção, conforme norma ABNT NBR 15218. Os principais pontos analisados são: preparação da superfície a ser pintada, controle da temperatura, ponto de orvalho, aplicação da tinta de fundo (primer), da tinta intermediária (seladora) e de acabamento. Por último, a inspeção do resultado da pintura.

Além de verificar cada uma das etapas, utilizar os produtos certos para cada superfície é fundamental para aumentar a durabilidade e segurança. A Solventex Tintas oferece produtos para todas as etapas da pintura, que ajudam na prevenção da oxidação, como o Zarcotex, o Galvanitex, o Primertex e a Linha Dupla Função, além do Primer Premium, que age como fundo anticorrosivo. Todos eles têm boa resistência ao intemperismo e possuem durabilidade excepcional para garantir a longevidade da estrutura.

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Dica do Tex

Saiba mais sobre o processo de pintura por imersão

A pintura por imersão é um dos processos mais simples de pinturas industriais, pois consiste em submergir uma peça num recipiente com tinta e, ao retirá-la, o excesso escorrerá no próprio tanque e o material estará totalmente coberto. Este método é indicado para peças irregulares, de difícil pintura por meio de outros procedimentos.

Com seus prós e contras, essa técnica ganha destaque por ser de fácil aplicação. Conheça as vantagens e desvantagens deste tipo de pintura, e saiba identificar se este é o modelo ideal a ser utilizado para a sua necessidade.

Vantagens

Economia: mesmo com a perda de solvente por evaporação, como o excesso da tinta acaba escorrendo de volta para o tanque, as perdas são minimizadas.

Velocidade: pintura mais rápida que outros métodos, por cobrir toda a peça de uma só vez.

Resultado: a peça fica completamente recoberta, não havendo pontos falhos sem aplicação de tinta.

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Desvantagens:

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Espessura irregular: quando a peça é retirada do banho, o excesso da superfície escorre e, consequentemente, algumas partes poderá ter menor espessura que outras.

Tendência de apresentar escorrimento: principalmente nos pontos onde existem furos, depressões ou ressaltos de peça, prejudicando o aspecto estético.

Baixa espessura de película: salvo em casos especiais.